FBJJ NaRede: Apesar da forte chuva, seminário do sensei Osvaldo...

FBJJ NaRede: Apesar da forte chuva, seminário do sensei Osvaldo...: Uma das academias mais tradicionais do Judô baiano, o Clube Itapagipano de Judô, do sensei Ciro, na cidade baixa recebeu no dia 28 de junho...

Vocabulário Judô e Jiu Jitsu


AGE
Acção de erguer, levantar
ASHI
perna, pé
ASHIKUBI
Tornozelo
ASHI-GARAMI
Pernas entrelaçadas
ASHI-WAZA
Técnicas de perna
ATAMA
Cabeça
AWASE
Combinação, junção, harmonização
AYUMI-ASHI
Deslocamento sobre o tatami normal
CHIAI
São as lutas de competições
DAN
Nível, grau (cinto negro)
DOJÔ
Academia, salão de concentração
DOJIME
Apertar o corpo com as pernas
ERI
Mesmo que gola
DORYOKU
Esforço, empenho
FUSEN-GASHI
Vitória por ausência de adversário
GARI
Varrida
GOSHI
Quadril
HACHI
Oito
HAJIME
Começar
HANDORI
São as lutas em treinamento
HANE
Salto
HANE-GOSHI
Técnica de projecção de Judo
HANSOKU-MAKE
Falta muito grave dada pela arbitragem.
HANTEI
Julgamento
HARAI
Varrer
HIDARI
Esquerda
HIDARI-JIGO-TAI
Postura defensiva à esquerda
HIDARI-NO-KUMIKATA
Pegada esquerda
HIDARI-SHIZEI-HON-TAI
Postura natural à esquerda
HIDARI-ZEMPÔ-KAITÊ-UKEMI
Rolamento p/ frente pelo ombro esquerdo
HIJI
Cotovelo
HINERI
Torção
HIZA
Joelho
HIZA-GURUMA
Roda à volta do joelho, técnica de projecção de Judo, do grupo “ashi waza”
HORAN-NO-KAMAE
Posição de início de alguns katas em que a mão cobre o punho fechado
IPON-SORE-MADE
Ordem dada pelo arbitro para encerramento da luta
JIGOTAI ou JIGO-HON-TAI
Posição defensiva
JIME
Estrangulamento
JÔ-SEKI
Lugar onde se sentam as autoridades
JU
Suavidade, suave
JUDOKA
Praticante de Judo
JUDÔ
Caminho suave, a arte suave. O judô compreende imobilizações, chaves de braço, estrangulamentos e golpes de quedas
JUDÔGUI ou KIMONO
Roupa para a pratica do judô. Casaco de pano espesso, calça do mesmo material reforçado. Kimono no Japão é vestuário doméstico
KACHI
Vitória
KAKATO
Calcanhar
KAKE
Momento de execução da técnica em Judo
KANI-BASAMI
Técnica de projeção
KAMI-SHIHO-GATAME
Imobilização dos quatro apoios
KANSETSU
Articulação
KANSETSU-WAZA
Técnicas de chaves de braço
KATA
Forma, modelo
KATA
Forma de treino, com ou sem parceiro, com sequências de técnicas predeterminadas
KATA
Ombro
KATA-GATAME
Imobilização pelo ombro
KATAME-WAZA
Técnicas de Solo
KAWAZU-GAKE
Técnica de projeção, proibida. em shiai, randori. pois pode causar lesões
KEIKOKU
Falta grave, dada pela arbitragem.
KIAI
Força vinda do espírito, em forma de grito, utilizado pelo judoca no momento que ele necessita para uma força extra para executar uma projeção ou sair de uma imobilização
KIKEN-GASHI
Vitória por abandono
KIME-NO-KATA
Kata de judo: formas de decisão
KO
Pequeno
KODOKAN
Primeira escola de judô, fundada por Doutor Jigoro Kano
KOKA
Pontuação mínima
KO-SOTO-GARI
Técnica de projeção
KO-UCHI-GARI
Técnica de projeção
KUMIKATA
Pegada
KUZUSHI
Desequilíbrio
KYU
Grau de Aluno
MAE
Frente
MAE-KUZUSHI
Desequilíbrio para frente
MAE-MAWARE-SABAKI-HIDARI
Andar para frente girando 180º pela esquerda
MAE-MAWARE-SABAKI-MIGUI
Andar para frente girando 180º pela direita
MAE-SABAKI-HIDARI
Andar para frente girando pela esquerda
MAE-SABAKI-MIGUI
Andar para frente girando pela direita
MAE-SUMI-HIDARI-KUZUSHI
Desequilíbrio para a diagonal dianteira esquerda
MAE-SUMI-MIGUI-KUZUSHI
Desequilíbrio para a diagonal dianteira direita
MAE-UKEMI
Queda p/ frente
MATE
Parar
MAITTA
Desisto
MIGUI
Direita
MIGUI-JIGO-TAI
Postura defensiva à direita
MIGUI-NO-KUMIKATA
Pegada direita
MIGUI-SHIZEI-HON-TAI
Postura natural à direita
MIGUI-ZEMPÔ-KAITÊ-UKEMI
Rolamento p/ frente pelo ombro direito
MINTAI
Perseverança, paciência
MOKUSÔ
Meditação
MOROTE
Ambas as mãos
NAGE-WAZA
Técnicas de projeção
NE-WAZA
Trabalho no chão
O
Grande
OKI
Grande
OBI
Faixa
OSAE
Imobilização
OSAEKOMI-WAZA
Técnicas de imobilização
OTOSHI
Movimento de cima para baixo
RANDORI
Combate livre
REI
Cumprimento
REI-HÔ
Saudação, maneira de cumprimento
RITSU-REI
Saudação de pé
SAIKOMI
Início de uma imobilização
SASAE
Sustentar, suportar
SEITO
Aluno
SEIZA
Sentar na posição de joelhos
SEMPAI
Aluno mais graduado, mais antigo
SENSEI
Professor
SENSEI-NI-REI
Saudação ao Professor
SHIDO
Punição dada pela arbitragem por Faltas Leves
SHI_HAN
Mestre
SEOI-NAGE
Projecção sobre o ombro, técnica de projecção de Judo, do grupo de “te waza”
SHIME-WAZA
Técnicas de estrangulamento
SHIMOZA
Parede oeste do dojo, oposta ao Kamiza, onde se sentam os alunos
SHIMOSEKI
Parede norte do dojo, onde podem ficar os assistentes não praticantes
SHINPAN
Árbitro
SHINTAI
Deslocamento sobre o tatami
SHISEI
Postura
SHIZEI-HON-TAI
Postura natural
SHOMEN
De frente
SHOMEN-TSUKI
Ataque frontal direto
SHOMEN-UCHI
Ataque frontal de cima para baixo
SHOMEN-NI-REI
Saudação para a parede principal do dojo
SODE
Manga
SOGO-GASHI
Vitória por combinação
SONO-MAMA
Não se mova. Ordem dada pelo árbitro
SORE-MADE
Técnica encerrada
SURI-ASHI
Deslocamento arrastado
SUTEMI
Abandono do corpo; técnicas em que o executante se deixa cair para projectar o adversário
SUWARI
Sentado
SUWARI-WAZA
Técnicas executadas na posição de “seiza” ou “kiza”
TAI-SABAKI
Giro do corpo
TANI-OTOSHI
Giro do corpo
TATAMI
É o piso onde se treina e compete no judô
TATE
Ficar em pé
TATI-REI ou RITSU-REI
Saudação em pé
TCHUI
Falta moderada dada pela arbitragem.
TE
Mão
TE-WAZA
Técnicas de braço
TOKETA
Técnica rompida, ordem dada pelo arbitro em caso de uma imobilização desfeita
TOMOE
Circular
TORAH
Tigre
TORI
Judoca que derruba
TSUGI-ASHI
Deslocamento no tatami emendado
TSUKURI
Contacto, segunda fase de execução de uma técnica de Judo
UCHI
Interno
UCHI-KOMI
Ataque de cima para baixo entrando no círculo do adversário
UKE
Judoca que cai
UKEMI
Amortecimento de quedas
USHIRO
Atrás
USHIRO-KUZUSHI
Desequilíbrio para trás
USHIRO-MAWARE-SABAKI-HIDARI
Andar para trás girando 180º pela esquerda
USHIRO-MAWARE-SABAKI-MIGUI
Andar para trás girando 180º pela direita
USHIRO-SABAKI-HIDARI
Andar para trás girando pela esquerda
USHIRO-SABAKI-MIGUI
Andar para trás girando pela direita
USHIRO-SUMI-HIDARI-KUZUSHI
Desequilíbrio para a diagonal traseira esquerda
USHIRO-SUMI-MIGUI-KUZUSHI
Desequilíbrio para a diagonal traseira direita
USHIRO-UKEMI
Amortecimento de queda para trás
WAZA
Tecnica
YOKO
Lado
YOKO-HIDARI-KUZUSHI
Desequilíbrio para o lado esquerdo
YOKO-HIDARI-UKEMI
Queda lateral p/ esquerda
YOKO-MIGUI-KUZUSHI
Desequilíbrio para o lado direito
YOKO-MIGUI-UKEMI
Queda lateral p/ direita
YUSEI-GACHI
Vitória por superioridade técnica
ZA-REI
Cumprimento ajoelhado em sei-za
ZEMPO
Em direcção frontal



História do Judô


HISTORIA DO JUDO



Judô ou Judo
(caminho suave, em língua japonesa)


 



 
E uma arte marcial praticada como desporto, fundada por Jigoro Kano em 1882.
Os seus objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, para além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.

O Judo teve uma grande aceitação em todo o mundo,
pois Kano conseguiu reunir a essência do jujutsu,arte marcial praticada pelos bushi, ou cavaleiros durante o período Kamakura (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica.
O Judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918).
A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (não confundir com kimono), que no judô recebe o nome de judogi, e que com o cinturão forma o equipamento necessário à sua prática.
O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em campeonatos oficiais. Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido.
Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes. Sua técnica utiliza basicamente a força e peso do oponente contra ele.
Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual.

Decadência e renascimento do Jujutsu


Em 1864, o comodoro Matthew Perry, comandante de uma expedição naval americana, conseguiu fazer com que os japoneses abrissem seus portos ao mundo com o tratado "Comércio, Paz e Amizade".
Abrindo seus portos para o ocidente, surgiu na Terra do Sol Nascente uma tremenda transformação político-social, denominada Era Meiji ou "Renascença Japonesa", promovido pelo imperador Matsuhito Meiji (1868-1912).
Anteriormente, o imperador exercia sobre o povo influência e poderes espirituais, porém com a "Renascença Japonesa" ele passou a ser o verdadeiro comandante da Terra das Cerejeiras. Nessa dinâmica época de transformações e inovações radicais, os nipônicos ficaram ávidos por modernizar-se e adquirir a cultura ocidental.
Tudo aquilo que era tradicional ficou um pouco esquecido, ou melhor, quase que totalmente renegado. Os mestres do jujutsu perderam as suas posições oficiais e viram-se forçados a procurar emprego em outros lugares.
Muitos se voltaram então para a luta e exibição em feiras.
A ordem proibindo os samurai de usar espadas em 1871 assinalou um declínio em todas as artes marciais, e o jujutsu não foi uma exceção, sendo considerado como uma relíquia do passado. Como não era difícil acreditar, tempos depois surgiu uma onda contrária às inovações radicais.
Havia terminada a onda chamada febre ocidental.
O jujutsu foi recolocado na sua posição de arte marcial, tendo o seu valor reconhecido, principalmente pela polícia e pela marinha. Apesar de sua indiscutível eficiência para a defesa pessoal, o antigo jujutsu não podia ser considerado um esporte, muito menos ser praticado como tal. Não haviam regras tratadas pedagogicamente e nem mesmo padronizadas. Os professores ensinavam às crianças os denominados golpes mortais e os traumatizantes e perigosos golpes baixos. Sendo assim, quase sempre, os alunos menos experientes, machucavam-se seriamente.
Valendo-se das suas superioridades físicas, os maiores chegavam a espancar os menores e mais fracos.
Tudo isso fazia com que o jujutsu gozasse de uma certa impopularidade, logicamente, entre as pessoas esclarecidas e que possuíssem um pouco de bom senso.
O jujutsu entrava em outra fase de decadência.


Nascimento do judô


Baseado nesses inconvenientes, Jigoro Kano, um jovem que na adolescência se sentia inferiorizado sempre que precisasse desprender muita energia física para resolver um problema, resolveu modificar o tradicional jujutsu, unificando os diferentes sistemas, transformando-o em um poderoso veículo de educação física.
Pessoa de alta cultura geral, ele era um esforçado cultor de jujutsu. Procurando encontrar explicações científicas aos golpes, baseados em leis de dinâmica, ação e reação, selecionou e classificou as melhores técnicas dos vários sistemas de jujutsu, dando ênfase principalmente no ataque aos pontos vitais e nas lutas de solo do estilo Tenshin-Shinyo-Ryu e nos golpes de projeção do estilo Kito-Ryu.
Inseriu princípios básicos como o do equilíbrio, gravidade e sistema de alavancas nas execuções dos movimentos lógicos. Estabeleceu normas a fim de tornar o aprendizado mais fácil e racional. Idealizou regras para um confronto esportivo, baseado no espírito do ippon-shobu(luta pelo ponto completo).
Procurou demonstrar que o jujutsu aprimorado, além de sua utilização para defesa pessoal, poderia oferecer aos praticantes, extraordinárias oportunidades no sentido de serem superadas as próprias limitações do ser humano.
Jigoro Kano tentava dar maior expressão à lenda de origem do estilo Yoshin-Ryu (Escola do Coração de Salgueiro), esta se baseava no princípio de “ceder para vencer”, utilizando a não resistência para controlar, desequilibrar e vencer o adversário com o mínimo de esforço. Em um combate o praticante tinha como o único objetivo à vitória. No entender de Kano, isso era totalmente errado. Uma atividade física deveria servir em primeiro lugar, para a educação global dos praticantes.
Os cultores profissionais do jujutsu não aceitavam tal concepção. Para eles o verdadeiro espírito do jujutsu era o shin-ken-shobu (vencer ou morrer, lutar até a morte). Diz a lenda que um médico e filósofo japonês, Shirobei-Akyama, estava convencido que a origem dos males humanos seria resultado da má utilização do corpo e do espírito. Deste modo partiu para estudos de técnicas terapêuticas chinesas, estudou o princípio do taoísmo, acupuntura e algumas técnicas de wushu, luta chinesa que usava as projeções, as luxações e os golpes. Quando Shirobei retornou ao Japão passou a ensinar seus discípulos o que havia assimilado do princípio positivo da filosofia taoísta, tanto na medicina como na luta, ou seja, ao mal ele opunha o mal, à força, a força.
No entanto este princípio só se aplicava a doenças menos complexas como em situações fáceis de lutas, ao enfrentar um oponente mais forte não dava resultados. Assim, seus discípulos o abandonaram e ele perplexo retirou-se para um pequeno templo e por cem dias meditou. Durante este espaço, tudo foi colocado em questão, a filosofia chinesa ying e yang, a acupuntura e por fim todos os métodos de combate, na medida que “opor uma ação a outra ação não é vantajoso a não ser que a minha força seja superior à força adversa”.
Certo dia quando passeava no jardim do templo enquanto nevava, escutava os estalidos dos galhos das cerejeiras que se quebravam sob ao peso da neve. Por outro lado, observou um salgueiro que com o peso da neve curvava os seus ramos até que a neve era depositada no solo e depois retornava a sua posição inicial.
Por suas idéias, Jigoro Kano era desafiado e desacatado insistentemente pelos educadores da época, mas não mediu esforços para idealizar o novo jujutsu, diferente, mais completo, mais eficaz, muito mais objetivo e racional, denominado de judô, e transformando-o num poderoso veículo de educação física.
Chamando o seu novo sistema de judô, ele pretendeu elevar o termo “jutsu” (arte ou prática) para “do”, ou seja, para caminho ou via, dando a entender que não se tratava apenas de mudança de nomes, mas que o seu novo sistema repousava sobre uma fundamentação filosófica.
Em fevereiro de 1882, no templo de Eishoji de Kita Inaritchobairro de Shimoya em Tóquio, oro
Jig Kano inaugura sua primeira escola de Judô, denominada Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade), já que “Ko” significa fraternidade, irmandade; “Do” significa caminho, via; e “Kan” instituto.

Devemos ao Judô algumas mudanças:

    * Uma grande organização, ao invés de pequenas organizações familiares.
    * A oportunidade de haver artes marciais como esportes olímpicos
    * O Uso do Kimono
    * As faixas coloridas (que foram depois imitadas pelo Karatê)

No Brasil


O judô surgiu no Brasil por volta de 1922, através de Thayan Lauzin . O conde Coma (Mitsuyo Maeda), como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre.
Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará em outubro de 1915, onde popularizou seus conhecimentos dessa arte.
Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido. Um fator decisivo na história do judô foi a chegada ao país de um grupo de nipônicos em 1938.
Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, por meio do esporte do quimono. Apesar de Riuzo Ogawa ser um mestre de jujutsu tradicional, chamou de Judô a arte marcial que lecionava quando este nome se popularizou.
Portanto, ensinava um estilo que não era exatamente o Kodokan Judo, o que não diminui sua enorme contribuição ao começo do Judô no Brasil.
Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do mestre Jigoro Kano e em 18 de março de 1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972.
Hoje em dia o judô é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência. Esse processo culminou com a grande oferta de bons lutadores brasileiros atualmente, tendo conseguido diversos títulos internacionais.



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