Foi realizado no dia 09 de junho de 2012, nossa confraternização, que começou com um Café da Manhã especial, e logo após aconteceu algumas trocas de faixa. O atleta Marcelo foi graduado a faixa Marrom, Rodrigo que já competia na faixa Azul, tirou a faixa Verde da cintura e a escureceu mais um pouco com a faixa Azul. o pequeno Brian pegou a Faixa amarela e Marcos a Faixa Laranja. Houve também algumas graduações com grau e no final o tradicional"Rola" pra esquentar o sangue. Ossss!!!!
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40 Judo Basic Throws
clips de vídeo são cortesia da 40 Judo Basic Throws, Um CD -ROM produzido pela Judo América, Uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção de judô competitivo no E.U.A.
Primeiro Grupo
- De- ashi - barai
- Hiza - guruma
- Sasae - tsurikomi -ashi
- Uki -goshi
- O- soto- gari
- O- goshi
- O uchi- gari -
- Seoi -nage
Segundo Grupo
- Ko- soto- gari
- Ko- uchi- gari
- Koshi - guruma
- Tsurikomi -goshi
- Tai- otoshi
- Okuri -ashi - barai
- Harai -goshi
- Uchi -mata
Terceiro Grupo
- Ko- soto -gake
- Tsuri -goshi
- Yoko- otoshi
- Ashi - guruma
- Hane- goshi
- Harai - tsurikomi -ashi
- Tomoe -nage
- Kata guruma -
Grupo IV
- Sumi- gaeshi
- Tani - otoshi
- Hane- makikomi
- Sukui -nage
- Utsuri -goshi
- O - guruma
- Soto- makikomi
- Uki - otoshi
Quinto Grupo
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Prosumer 1.4 feita por Nurudin Jauhari
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A história do Jiu Jitsu
Segundo alguns historiadores o jiu-jítsu ou "arte suave", nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas. Com a expansão do budismo o jiu-jítsu percorreu o Sudeste asiático, a China e, finalmente, chegou ao Japão, onde se desenvolveu e popularizou-se.
A partir do final do século XIX, alguns mestres de jiu-jítsu migraram do Japão para outros Continentes, vivendo do ensino da arte marcial e das lutas que realizavam.
Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma, foi um deles. Depois de viajar com sua trupe lutando em vários países da Europa e das Américas, chegou ao Brasil em 1915 e se fixou em Belém do Pará, no ano seguinte, onde conheceu Gastão Gracie. Pai de oito filhos, cinco homens e três mulheres, Gastão tornou-se um entusiasta do jiu-jítsu e levou o mais velho, Carlos, para aprender a luta com o japonês.
Franzino por natureza, aos 15 anos, Carlos Gracie encontrou no jiu-jítsu um meio de realização pessoal. Aos 19, se transferiu para o Rio de Janeiro com a família e adotou a profissão de lutador e professor dessa arte marcial. Viajou para Belo Horizonte e depois para São Paulo, ministrando aulas e vencendo adversários bem mais fortes fisicamente. Em 1925, voltou ao Rio e abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-Jítsu. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores; George, com 14 anos, e Hélio, com 12.
Desde então, Carlos passou a transmitir seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à compleição física franzina característica de sua família. Também lhes transmitiu sua filosofia de vida e conceitos de alimentação natural, sendo um pioneiro na criação de uma dieta especial para atletas, a Dieta Gracie, transformando o jiu-jítsu em sinônimo de saúde.
De posse de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie viu no jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante. Imbuído de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie lançou desafios aos grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos.
Enfrentando adversários 20, 30 quilos mais pesados, os Gracie logo adquiriram fama e notoriedade nacional. Atraídos pelo novo mercado que se abriu em torno do jiu-jitsu, muitos japoneses vieram para o Rio, porém, nenhum deles formou uma escola tão sólida quanto à da Academia Gracie, pois o jiu-jitsu que praticavam privilegiava as quedas e o dos Gracie, o aprimoramento da luta no chão e os golpes de finalização. Ao modificar as regras internacionais do jiu-jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta, ou esporte, na história esportiva mundial. Anos depois, a arte marcial japonesa passou a ser denominada de jiu-jitsu brasileiro, sendo exportada para o mundo todo, inclusive para o Japão. |
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